Em sessão barulhenta, Marquinhos diz que prefeitura 'matou Saúde' para privatizar
Entidades diversas gritam contra projeto para terceirizar duas unidades em Campo Grande
Entidades lotam Câmara contra terceirização / Reprodução assessoria Jean Ferreira O vereador Marquinhos Trad (PV) foi um dos primeiros a se pronunciar sobre o projeto da Prefeitura que previa a terceirização de duas unidades de saúde em Campo Grande. A sessão desta terça-feira (5) ocorreu em meio a protestos de entidades contrárias à proposta.
Durante a fala de lideranças partidárias, Trad afirmou que a iniciativa, defendida pela prefeita e pelo secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, configura, na prática, um processo de privatização. O parlamentar criticou a ausência de transparência e de fundamentação técnica no projeto.
“Não há documento que apresente um dado básico, como o custo da saúde por unidade”, declarou. Ele também contestou argumentos de que a medida reduziria gastos, classificando essa justificativa como equivocada.
Na avaliação do vereador, a atual situação da saúde pública na capital seria resultado de falhas administrativas. Ele alegou que houve enfraquecimento de recursos humanos e paralisação de manutenções, o que, segundo sua visão, comprometeu o funcionamento do sistema.
Já a vereadora Luiza Ribeiro (PT) criticou a postura do vereador Rafael Tavares (PL) durante ações de fiscalização em unidades de saúde, afirmando que houve desrespeito a profissionais.
A sessão contou com forte presença de representantes de entidades como o Conselho Municipal de Saúde e sindicatos, que lotaram o plenário com faixas e cartazes contrários à terceirização dos centros regionais de saúde da capital.
Fonte: www.topmidianews.com.br





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