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Campo Grande,10/05/2026

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Prefeitura corta despesas, mas mantém R$ 4,8 milhões para festas e eventos

Empresa Artsom LTDA segue contratada até abril de 2027 por quase R$ 5 milhões


Prefeitura corta despesas, mas mantém R$ 4,8 milhões para festas e eventos Contratos sofrem cortes e aditivos na Capital / Reprodução PMCG

A Prefeitura de Campo Grande prorrogou por mais 12 meses um contrato de aproximadamente R$ 4,8 milhões com a empresa Som + Eventos LTDA. A informação foi publicada na edição do Diário Oficial do Município desta quarta-feira (5).


Segundo a publicação oficial, o contrato original foi firmado em 2023, durante a atual gestão municipal, e já recebeu três termos aditivos. Com a nova prorrogação, a empresa continuará prestando serviços até abril de 2027.


Um dos pontos que chamou atenção foi a ausência de detalhes sobre a natureza específica do contrato. O texto oficial não esclarece quais atividades estão sendo executadas pela empresa. A Som + Eventos LTDA atua na área de organização de feiras, congressos, exposições, festas e eventos, e o contrato possui interveniência da Casa Civil do município.


Ao mesmo tempo em que ampliou o contrato milionário, a prefeitura também oficializou redução em outro acordo administrativo, firmado com a empresa VETT Via Express Tecnologia e Telecomunicações Ltda, por meio da Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação (Agetec).


A redução foi de 14,21%, fazendo o valor global do contrato cair de cerca de R$ 265 mil para aproximadamente R$ 227 mil. Na justificativa, a administração municipal citou “contingenciamento orçamentário e contenção de despesas municipais”. Assim como no contrato da área de eventos, a prefeitura não detalhou quais serviços serão afetados pela redução.


O tema ocorre em meio a críticas relacionadas à situação da saúde pública em Campo Grande. Vereadores, integrantes do Conselho Municipal de Saúde e o superintendente do Ministério da Saúde em Mato Grosso do Sul, Ronaldo Costa, têm questionado a aplicação de recursos destinados ao setor.


Entre os principais problemas apontados estão falta de medicamentos nas unidades básicas, escassez de equipamentos, filas em unidades de urgência e emergência e insuficiência de leitos hospitalares conveniados com o município.


A reportagem responsável pelo levantamento informou ter procurado a prefeitura para obter esclarecimentos sobre os contratos, os serviços envolvidos e as medidas adotadas na área da saúde, mas não recebeu resposta até o fechamento do texto.


Fonte: www.topmidianews.com.br




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