• Campo Grande, 09/06/2026
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“PARA GOVERNO MEU FILHO ERA CASO PERDIDO”: EMPRESÁRIO AGE E TRAZ MENINO DE VOLTA PARA MORRER EM CASA

Empresário catarinense custeia retorno de criança com câncer terminal após família denunciar demora do governo federal em atender pedido de voo sanitário


“PARA GOVERNO MEU FILHO ERA CASO PERDIDO”: EMPRESÁRIO AGE E TRAZ MENINO DE VOLTA PARA MORRER EM CASA Foto: Divulgação

O caso do menino Luís Felipe Benke dos Santos, de 8 anos, diagnosticado com Sarcoma de Ewing em estágio terminal, mobilizou autoridades, familiares e a sociedade civil após a necessidade de um transporte médico especializado para seu retorno de Portugal ao Brasil.

Morador de Balneário Camboriú (SC), Luís Felipe viajou à Europa para visitar a irmã que reside em Portugal. Durante a estadia, houve agravamento do quadro clínico, com avanço da doença e necessidade de cuidados paliativos próximos da família e da equipe médica que o acompanha em Santa Catarina.

Diante da impossibilidade de embarque em voos comerciais convencionais, familiares e representantes do governo catarinense buscaram apoio junto a órgãos federais para viabilizar o retorno do menino. Paralelamente, o caso ganhou repercussão pública e passou a mobilizar diferentes iniciativas em busca de uma solução.

A alternativa acabou sendo viabilizada por um empresário de Santa Catarina, que preferiu não se identificar. Segundo informações divulgadas pela imprensa, ele assumiu os custos necessários para a viagem, providenciou acompanhamento médico especializado e colaborou na organização logística do retorno ao Brasil.

A mobilização permitiu que Luís Felipe embarcasse rumo ao país para continuar recebendo assistência próxima de seus familiares e da equipe responsável por seu tratamento. O gesto foi amplamente reconhecido por familiares e por pessoas que acompanharam o caso.

A situação também gerou debate sobre os mecanismos disponíveis para atendimento de emergências médicas internacionais e sobre a rapidez das respostas institucionais em situações de alta complexidade e urgência humanitária.

Enquanto o retorno do menino é celebrado pela família e pela comunidade que acompanhou sua história, o caso permanece como exemplo da mobilização conjunta entre sociedade civil, autoridades e iniciativa privada diante de uma situação marcada por forte comoção e sensibilidade humana.


Fonte: diario360.com.br

Reprodução: www.msagoraurgentenews.com.br




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