Rafael Tavares arruma desculpa para não assinar CPI e livrar aliada Adriane de desgaste
Rafael diz que assina requerimento se CPI incluir gestão de Marquinhos em investigação (Foto: Divulgação/CMCG) O vereador Rafael Tavares (PL) explicou os motivos pelos quais ainda não assinou o requerimento que propõe a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a situação da saúde pública em Campo Grande. Segundo o parlamentar, o texto apresentado não contempla a análise de fatos ocorridos durante gestões anteriores, especialmente no período da pandemia de Covid-19, quando a Prefeitura era comandada por Marquinhos Trad (PV).
Em publicação nas redes sociais, Tavares afirmou que considera necessária uma investigação mais ampla, incluindo contratos, despesas e decisões administrativas tomadas nos anos anteriores. Entre os pontos citados pelo vereador estão gastos relacionados ao enfrentamento da pandemia e investimentos em publicidade institucional realizados naquele período.
O parlamentar também mencionou o Hospital de Campanha instalado durante a pandemia no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, tema que, segundo ele, deveria ser objeto de avaliação para compreender a origem de problemas enfrentados atualmente pelo sistema de saúde municipal.
Enquanto isso, defensores da CPI argumentam que a comissão deve concentrar seus trabalhos na gestão atual da saúde pública da Capital. Entre os temas apontados pelos apoiadores da investigação estão denúncias relacionadas à aplicação de recursos do Fundo Municipal de Saúde, contratos administrativos, utilização de ambulâncias, falta de medicamentos, escassez de profissionais e dificuldades no acesso a exames e consultas especializadas.
Até o momento, o requerimento conta com oito assinaturas:
Jean Ferreira (PT), autor da proposta;
Luiza Ribeiro (PT);
Landmark Rios (PT);
André Salineiro (PL);
Fábio Rocha (União Brasil);
Flávio Cabo Almi (PSDB);
Maicon Nogueira (PP);
Marquinhos Trad (PV).
A Câmara Municipal de Campo Grande possui 29 vereadores, e o requerimento ainda depende de apoio suficiente para que a CPI seja oficialmente instalada.
O debate ocorre em meio a questionamentos sobre a situação da rede municipal de saúde, que enfrenta reclamações relacionadas à falta de medicamentos, demora em consultas e exames, além da superlotação de unidades de atendimento. Enquanto parte dos vereadores defende a abertura imediata da comissão, outros entendem que a investigação deve abranger também administrações anteriores ou avaliam que os órgãos de controle já realizam o acompanhamento das denúncias existentes.
Fonte: www.ojacare.com.br
Reprodução: www.msagoraurgentenews.com.br





COMENTÁRIOS