Eleição deste ano será ensaio para quem deseja administrar a Prefeitura de Campo Grande
Derrota na disputa majoritária também pode levar candidatos a concorrerem na Capital em 2028. Diversos pré-candidatos que disputarão as eleições deste ano em Mato Grosso do Sul já projetam a disputa como parte de uma estratégia política de longo prazo. Para alguns deles, um bom desempenho nas urnas pode servir como trampolim para uma futura candidatura à Prefeitura de Campo Grande, em 2028.
Entre os nomes que aparecem nesse cenário estão o ex-prefeito Marquinhos Trad, a ex-deputada federal Rose Modesto (União Brasil) e o ex-deputado federal Edson Giroto (PL). Os três pretendem disputar vagas na Câmara dos Deputados e são apontados como candidatos competitivos em seus respectivos partidos. A expectativa é que uma votação expressiva fortaleça seus projetos políticos para a próxima eleição municipal.
Rose Modesto já disputou a prefeitura da Capital em duas ocasiões, chegando ao segundo turno em ambas. Edson Giroto também alcançou o segundo turno da eleição municipal de 2012. Já Marquinhos Trad governou Campo Grande por dois mandatos e continua sendo uma das principais lideranças políticas da cidade.
Outros nomes que estarão em disputas majoritárias neste ano também são vistos como potenciais candidatos ao Executivo municipal. É o caso do deputado estadual João Henrique Catan (Novo), que disputa espaço no cenário estadual e poderá direcionar seu projeto político para a prefeitura caso não alcance seus objetivos na atual eleição.
Outro possível concorrente em 2028 é o ex-deputado estadual Capitão Contar (PL). Atualmente, ele busca viabilizar uma candidatura ao Senado, mas ainda disputa espaço dentro do partido com o deputado federal Marcos Pollon. Embora não tenha anunciado planos para a prefeitura, integrantes do PL admitem que a possibilidade já foi discutida internamente.
O senador Nelsinho Trad (PSD) também aparece entre os nomes cogitados para a disputa municipal. Caso não consiga a reeleição ao Senado, poderá voltar a ser considerado para a prefeitura da Capital. O cenário poderia, inclusive, reeditar uma situação já vivida pela família Trad em 2016, quando Nelsinho chegou a ser cogitado para a disputa, mas acabou abrindo espaço para a candidatura do irmão, Marquinhos Trad, que venceu aquela eleição.
Com a aproximação do pleito deste ano, os movimentos dos pré-candidatos começam a desenhar não apenas a disputa imediata, mas também as articulações que poderão influenciar a sucessão municipal de Campo Grande em 2028.
Fonte: investigams.com.br
Reprodução: www.msagoraurgentenews.com.br





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