Após fiasco do Master, Prefeitura aposta R$ 2,4 milhões em consultoria para investimentos do IMPCG
Prefeitura pegou carona em contrato de consórcio do Mato Grosso, mas empresas responsáveis pela consultoria não foram informadas
Tabosa assinou adesão à consórcio de previdência / Reprodução PMCG e CMCG A Prefeitura de Campo Grande aderiu a uma ata de preços vinculada a um consórcio de gestão previdenciária de municípios do Mato Grosso. A adesão ocorre pouco tempo depois de o município ter recuperado recursos anteriormente investidos e perdidos no escândalo envolvendo o Banco Master.
O termo consta na edição extra do Diário Oficial do Município desta segunda-feira (15). Segundo a publicação, Campo Grande “pegou carona” na ata de registro de preços do Consórcio Público Intermunicipal de Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social dos Municípios Matogrossenses (CONSPREV).
A adesão significa que o Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) passa a integrar uma contratação coletiva realizada por diversas cidades, que envolve serviços previdenciários prestados por uma empresa especializada, um escritório de advocacia e uma firma de contabilidade. O objetivo do contrato é atender demandas técnicas relacionadas à operacionalização do chamado passivo previdenciário.
De acordo com a publicação oficial, o valor da adesão é de R$ 2,4 milhões. O termo foi assinado pelo presidente do IMPCG, ex-vereador Marcos Tabosa, e por um representante do consórcio.
O documento, no entanto, não detalha quais são as empresas e o escritório contratados, nem apresenta informações sobre a vigência da adesão.
Sem respostas sobre investimento no Banco Master
Enquanto isso, seguem sem esclarecimentos os investimentos de R$ 1,2 milhão realizados pelo IMPCG no Banco Master. O objetivo da aplicação era obter rendimento por meio de juros, mas o banco acabou envolvido em um escândalo e foi liquidado pelo Banco Central.
Há questionamentos sobre a decisão de investir em uma instituição que já era alvo de alertas relacionados a operações consideradas arriscadas e sem garantia de rendimento. O proprietário do banco, inclusive, está preso.
A aplicação teria ocorrido durante a gestão da prefeita Adriane Lopes, mesmo com parecer contrário dentro da própria instituição previdenciária municipal.
Fonte: www.topmidianews.com.br
Reprodução: www.msagoraurgentenews.com.br





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