O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (21) que não acredita que o Irã esteja pronto para fazer um "acordo certo" e que Washington está observando "o que acontece" no conflito.
Trump volta a dizer que Irã não está pronto para fazer um acordo.
Foto: White House EUA prometem “sanções mais duras da história” contra o Irã.
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, anunciou na quinta-feira (20) que Washington pretende impor ao Irã “as sanções mais duras da história”. Segundo ele, os detalhes do novo pacote de medidas serão apresentados em uma coletiva de imprensa na segunda-feira (24). (Al-Monitor)
A iniciativa faz parte da estratégia do governo de Donald Trump para ampliar a pressão econômica sobre Teerã e forçar a reabertura do Estreito de Ormuz, importante rota para o transporte internacional de petróleo e gás.
Bessent afirmou que as novas sanções serão combinadas com o bloqueio imposto ao Irã, formando, segundo sua avaliação, uma estratégia de forte pressão econômica. O secretário também defendeu que outros países, especialmente a China, cooperem com Washington para aumentar o impacto das medidas. (Reuters)
O anúncio ocorre em meio à escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã e à redução do fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz. A instabilidade na região já vem provocando impactos nos mercados de energia e dificultando o transporte de petróleo iraniano. (Reuters)
A China, entretanto, rejeitou a estratégia de pressão econômica e afirmou que sanções não são capazes de solucionar a crise. Pequim defendeu negociações e uma saída diplomática para o conflito.
O Irã também condenou as novas ameaças americanas e afirmou que as medidas econômicas não farão o país abandonar sua posição. O governo iraniano classificou as sanções como uma forma de pressão econômica e reafirmou sua disposição de resistir às medidas anunciadas por Washington.





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