• Campo Grande, 04/11/2026
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ADRIANE CONVOCA SECRETÁRIOS PARA DEFENDÊ-LA EM PROCESSO POR CALÚNIA MOVIDO POR ROSE MODESTO

Anderson Gonzaga, secretário da Guarda Civil Metropolitana de Campo Grande, foi arrolado como testemunha de defesa da prefeita no processo.


ADRIANE CONVOCA SECRETÁRIOS PARA DEFENDÊ-LA EM PROCESSO POR CALÚNIA MOVIDO POR ROSE MODESTO Foto: Divulgação

ADRIANE LOPES ARROLA SECRETÁRIOS COMO TESTEMUNHAS EM PROCESSO POR CALÚNIA CONTRA ROSE MODESTO.

Prefeita indicou integrantes do primeiro escalão e outros nomes para sua defesa em ação que tramita na 7ª Vara Criminal de Campo Grande; julgamento e sentença caberão a desembargadores do TJMS.

A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), incluiu dois integrantes de sua equipe de governo entre as testemunhas de defesa no processo por calúnia movido pela deputada federal eleita Rose Modesto (União Brasil). Ao todo, nove pessoas deverão ser ouvidas na audiência de instrução e julgamento, sendo cinco indicadas pela defesa e quatro pela acusação.

A audiência será conduzida pelo juiz Deyvis Ecco, da 7ª Vara Criminal de Campo Grande, responsável pela fase de instrução, incluindo a oitiva das testemunhas e da ré. A data do ato ainda será marcada pelo magistrado.

A desembargadora Elizabete Anache, relatora do caso no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), rejeitou o pedido apresentado por Adriane para suspender o andamento da ação enquanto são analisados os embargos de declaração.


Embora a prefeita tenha foro privilegiado, a coleta dos depoimentos e a etapa de instrução permanecem sob responsabilidade do juiz de primeira instância. Já o julgamento do processo e a eventual sentença ficarão a cargo dos desembargadores que integram a Seção Especial Criminal do TJMS.

Entre os nomes apresentados pela defesa de Adriane estão a subsecretária municipal de Políticas para as Mulheres, a policial civil Maria Angélica Fontanari de Carvalho e Silva e o secretário municipal de Segurança Pública, Anderson Gonzaga da Silva Assis, guarda civil metropolitano.

Também foram indicados Elias Evangelista Marques, o vigia noturno Fagner de Barros Umbelino e a confeiteira Jociane Dias da Silva.

Pela acusação, Rose Modesto arrolou Kristiane Alves Fernandes, Helen Ludymilla Barbosa Jesus, Rodrigo Ribas Terra e Wesley Henrique do Nascimento Seza.

O EPISÓDIO QUE DEU ORIGEM AO PROCESSO

O caso tem origem em um protesto realizado em 29 de novembro de 2025, durante a abertura do evento Natal das Luzes, na região central de Campo Grande. Na ocasião, um grupo liderado por mães atípicas se manifestou contra a administração municipal.

Durante o ato, mulheres foram agredidas por guardas municipais, episódio que teve repercussão negativa para a imagem da prefeita e provocou questionamentos sobre a atuação das forças de segurança durante a manifestação.

Posteriormente, Adriane concedeu entrevista à FM Capital e fez declarações contra Rose Modesto. Na ocasião, chamou a deputada federal eleita de “desocupada” e a acusou de promover protestos violentos contra sua gestão.

As declarações deram origem à ação judicial por calúnia. Com a apresentação dos nomes indicados pelas partes, o processo aguarda a definição da data da audiência de instrução, etapa em que serão colhidos os depoimentos que subsidiarão a análise do caso.

www.msagoraurgentenews.com.br




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