• Campo Grande, 15/06/2026
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TRÊS HOMENS, INCLUINDO LÍDER E BOMBEIRO CIVIL, SEGUEM PRESOS PELA TRAGÉDIA EM LIMEIRA

Investigação sobre a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas durante salto de rope jump aponta possível falha grave nos protocolos de segurança; três suspeitos permanecem presos por homicídio com dolo eventual.


TRÊS HOMENS, INCLUINDO LÍDER E BOMBEIRO CIVIL, SEGUEM PRESOS PELA TRAGÉDIA EM LIMEIRA Foto: Divulgação

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu na manhã de 13 de junho de 2026 durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, localizada entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo. Professora de educação física, ela participava da atividade organizada por empresas especializadas em esportes radicais.

Segundo as investigações iniciais, a jovem foi lançada de uma altura aproximada de 40 metros sem que a corda de segurança estivesse conectada ao seu equipamento. A falha resultou em uma queda sem proteção, causando ferimentos gravíssimos.

Vídeos gravados no local registraram o momento do salto e mostram testemunhas percebendo a ausência da corda apenas após o lançamento da vítima. Nas imagens, é possível ouvir pessoas alertando sobre o problema, mas o aviso ocorreu tarde demais para evitar o acidente.

Maria Eduarda morreu ainda no local. De acordo com as autoridades, a causa da morte foi politraumatismo provocado pelo impacto da queda. O caso gerou grande repercussão nas redes sociais e comoção em todo o país.

Após o acidente, seis pessoas foram levadas ao 2º Distrito Policial de Limeira para prestar esclarecimentos. Dois envolvidos chegaram a fugir para uma área de mata alegando medo de represálias, mas foram localizados pela Polícia Militar com apoio do helicóptero Águia.

Três suspeitos permanecem presos em flagrante. Entre eles está um bombeiro civil apontado como responsável pela empresa que organizava a atividade. Os investigados respondem por homicídio com dolo eventual, hipótese em que se entende que os responsáveis assumiram o risco de provocar a morte ao descumprirem procedimentos básicos de segurança.

A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do acidente e busca esclarecer como a corda de segurança permaneceu na plataforma sem ser conectada à vítima antes do salto. Paralelamente, a Prefeitura de Limeira informou que pretende adotar medidas judiciais relacionadas ao uso da ponte para atividades radicais.

Familiares e amigos lamentaram a morte da jovem, cuja trajetória profissional estava em início de carreira.


Fonte: diario360.com.br

Reprodução: www.msagoraurgentenews.com.br




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