• Campo Grande, 20/06/2026
  • A +
  • A -
Publicidade

Ex-assessora de Adriane foi nomeada em Taquarussu antes de ser demitida na Capital


Ex-assessora de Adriane foi nomeada em Taquarussu antes de ser demitida na Capital Simone Bastos saiu da prefeitura de Campo Grande para trabalhar em Taquarussu

A ex-assessora do gabinete da prefeita Adriane Lopes (PP), Simone Bastos Vieira, investigada no âmbito da Operação Suffragium, da Polícia Federal, foi nomeada para um cargo de direção na Prefeitura de Taquarussu antes de ser oficialmente exonerada da administração de Campo Grande.

Publicações oficiais indicam que, em 5 de maio de 2025, o prefeito Clóvis José do Nascimento (PSDB) nomeou Simone para o cargo de diretora do Departamento de Estratégia da Saúde da Família no município. No dia seguinte, 6 de maio, a prefeita Adriane Lopes publicou a exoneração da servidora do cargo de gestora de projetos da Sesau, com efeitos retroativos a 1º de maio, conforme registro oficial.

Em Taquarussu, município localizado a cerca de 310 quilômetros de Campo Grande e com população estimada em 3,6 mil habitantes, Simone também passou a integrar a estrutura do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), ocupando a vice-presidência pouco tempo após a nomeação.

Registros da prefeitura apontam ainda que ela participou de atividades e eventos da área da saúde, incluindo ações de vacinação e a entrega de equipamentos para unidades básicas de saúde.

Em declaração ao portal O Jacaré, o prefeito Clóvis do Nascimento afirmou que conhece a família da servidora e que realizou a nomeação para a área da saúde do município, negando relação com a gestão de Campo Grande. Ele também afirmou que eventuais questionamentos devem ser analisados no curso das investigações.

Segundo informações do Portal da Transparência, o salário da servidora no novo cargo era inferior ao que recebia anteriormente na Prefeitura de Campo Grande.

A Operação Suffragium, conduzida pela Polícia Federal e citada nas investigações, apura possíveis irregularidades eleitorais, incluindo suspeitas de compra de votos, pagamentos via Pix e movimentações financeiras em espécie.

De acordo com a denúncia apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral, há relatos de que Simone teria realizado transferência de R$ 1,2 mil a um líder comunitário em contexto investigado como possível compra de votos. As apurações seguem em andamento, sem conclusão judicial definitiva.

Fonte: www.ojacare.com.br

Reprodução: www.msagoraurgentenews.com.br




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.