• Campo Grande, 30/08/2026
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FLÁVIO BOLSONARO DEFENDE LEGALIDADE DE FILME E CITA PATROCÍNIO A LUCIANO HUCK DA GLOBO: “MESMO JEITO”

Durante sabatina na TV Globo, candidato afirmou que os recursos destinados ao filme Dark Horse seguiram regras de investimentos privados e comparou os aportes a outras iniciativas de patrocínio e publicidade.


FLÁVIO BOLSONARO DEFENDE LEGALIDADE DE FILME E CITA PATROCÍNIO A LUCIANO HUCK DA GLOBO: “MESMO JEITO” Foto: Divulgação

Durante sabatina na TV Globo, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu a legalidade e a transparência dos recursos destinados ao filme Dark Horse, cinebiografia de seu pai, Jair Bolsonaro.

Questionado sobre os aportes realizados pelo empresário Daniel Vorcaro, Flávio afirmou que a operação ocorreu dentro das regras previstas para investimentos privados e seguiu procedimentos considerados regulares no mercado.
O parlamentar destacou que contratos de patrocínio e investimentos culturais fazem parte da atividade empresarial e afirmou não haver irregularidade no apoio de empresas privadas a projetos que estejam dentro dos mecanismos permitidos pela legislação.

Durante a entrevista, Flávio mencionou outros investimentos realizados por Vorcaro, incluindo recursos destinados a projetos de mídia e publicidade, como argumento de que o empresário já mantinha relações comerciais com diferentes setores.
Segundo o candidato, os aportes destinados ao filme não deveriam ser tratados como uma situação excepcional, mas como uma iniciativa privada submetida aos mesmos critérios de análise e controle aplicados a outros contratos.
A defesa apresentada por Flávio teve como objetivo afastar questionamentos sobre a origem dos recursos e reforçar que a produção cinematográfica teria seguido padrões de conformidade, transparência e respeito às normas vigentes.
O senador também argumentou que empresas possuem liberdade para decidir onde investir recursos destinados à comunicação, ao marketing e ao patrocínio, desde que sejam respeitados os limites estabelecidos pela legislação.

A declaração ocorreu em meio a questionamentos sobre a relação entre grandes empresários, investimentos culturais e projetos relacionados a figuras políticas de projeção nacional.
Flávio Bolsonaro afirmou que não houve favorecimento ou tratamento diferenciado na captação dos recursos e defendeu que o contrato seguiu práticas comuns adotadas pelo setor privado.
A entrevista repercutiu nas redes sociais e entre apoiadores e críticos do candidato, alimentando debates sobre financiamento cultural, relações empresariais e transparência em projetos envolvendo personalidades políticas.

www.msagoraurgentenews.com.br




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