• Campo Grande, 28/10/2026
  • A +
  • A -
Publicidade

NUNES MARQUES APERTA CERCO E EXIGE DADOS DO “EXÉRCITO DO LULA” EM 24 HORAS

Kassio Nunes Marques dá 24 horas para a Meta apresentar relatório técnico sobre o canal “Exército do Lula”, administrado por André Janones.


NUNES MARQUES APERTA CERCO E EXIGE DADOS DO “EXÉRCITO DO LULA” EM 24 HORAS Foto: Divulgação

PROFESSORA É AFASTADA APÓS DENÚNCIAS DE DISCRIMINAÇÃO RACIAL E DECLARAÇÕES POLÍTICAS CONTRA ALUNOS EM ESCOLA DE SP

Docente de Potirendaba teria dito a uma menina de 11 anos que ela morreria por ser parda e feito referência à escravidão ao se dirigir a outro estudante; prefeitura abriu investigação administrativa e encaminhou o caso a órgãos competentes.

Uma professora da rede municipal de ensino de Potirendaba, no interior de São Paulo, foi afastada das atividades após denúncias de declarações de cunho político e racial dirigidas a estudantes durante uma aula sobre fascismo. A Prefeitura determinou a abertura de um procedimento administrativo disciplinar para investigar os fatos.

O caso ganhou repercussão após relatos de que a docente teria utilizado a sala de aula para fazer afirmações sobre o que poderia acontecer com determinados alunos em um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República.


Segundo as denúncias, em vez de se limitar ao conteúdo pedagógico, a professora teria relacionado o candidato ao fascismo e feito comentários sobre quais estudantes sobreviveriam ou morreriam caso o parlamentar assumisse o governo.

Uma das acusações aponta que a docente teria dito a uma aluna de apenas 11 anos que ela morreria por ser parda. A declaração teria assustado a menina, que voltou para casa chorando e emocionalmente abalada.

Ainda durante a atividade, a professora teria utilizado uma expressão de conotação racial ao se dirigir a outro estudante, afirmando que ele tinha “um pezinho na senzala”, em referência ao período da escravidão no Brasil.


A denúncia foi levada à administração municipal pela mãe da menina de 11 anos, que procurou a prefeita Gislaine Franzotti para relatar o episódio e manifestar preocupação com o impacto emocional das declarações sobre a filha.

De acordo com as informações divulgadas sobre o caso, as falas teriam sido registradas pelo sistema interno de câmeras de segurança da escola. As gravações foram encaminhadas para análise das autoridades responsáveis pela apuração.

Diante da gravidade dos relatos, a Prefeitura de Potirendaba repudiou a conduta atribuída à servidora e determinou seu afastamento das funções escolares, além da instauração de um processo administrativo disciplinar para esclarecer as circunstâncias do episódio.


A administração municipal também informou que o caso e os registros audiovisuais foram encaminhados ao Ministério Público do Estado de São Paulo, ao Juízo da Infância e da Juventude, ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público do Trabalho, para avaliação e adoção das medidas cabíveis.

O episódio reacende o debate sobre os limites das manifestações político-partidárias dentro das escolas e o dever dos profissionais da educação de preservar a segurança emocional e a dignidade dos estudantes.

O afastamento, contudo, constitui uma medida administrativa e não significa uma conclusão definitiva sobre a responsabilidade da professora. As acusações deverão ser examinadas no procedimento instaurado, que deverá apurar os fatos e as circunstâncias em que as declarações teriam ocorrido.

www.msagoraurgentenews.com.br




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.