Marquinhos Trad: O Retorno que Sacudiu a Câmara e Incomodou Quem Não Gosta de Fiscalização
Em 2025, o mandato de Marquinhos Trad sacudiu a política campo-grandense e incomodou quem não gosta de fiscalização séria
vereador Marquinhos Trad / Assessoria de Imprensa do Vereador 2025 marcou o retorno estrondoso de Marquinhos Trad à Câmara Municipal de Campo Grande — e, para muita gente da velha política, foi um verdadeiro incômodo. Afinal, não é todo dia que volta ao plenário alguém que entende de gestão, conhece os atalhos da burocracia e não aceita que o dinheiro do contribuinte seja tratado como se tivesse dono.
Campo Grande esperava um vereador. Recebeu um fiscal permanente — e isso muda tudo.
Logo na Posse, o Recado: “Vou Acompanhar Cada Meta do Executivo”
Não houve floreio. Não houve frase feita. Marquinhos Trad voltou com recado direto: iria acompanhar de perto cada meta, cada promessa e cada centavo administrado pelo Executivo.
E não ficou só no discurso: fez exatamente isso, provocando incômodos, debates acalorados e situações constrangedoras para quem prefere governar sem ser observado.
Quatro Comissões: Onde ele entrou, a conversa mudou
Com sua bagagem administrativa, Trad assumiu quatro comissões estratégicas. E quando ele entra numa discussão, o clima muda:
- perguntas difíceis surgem;
- números são cobrados;
- justificativas frágeis desaparecem.
Foi um ano de plenário menos confortável para quem gosta de projetos mal explicados.
Segurança Municipal: A vitória que reforça a autoridade
Em 2025, uma vitória nacional refletiu em Campo Grande: o STF reconheceu o papel ostensivo das Guardas Municipais. Marquinhos Trad celebrou — porque sempre defendeu autoridade, ordem e presença do Estado onde mais importa: na rua, protegendo o cidadão de bem.
O Projeto Escola Atenta colocou um holofote necessário na violência contra a mulher desde cedo, dentro do ambiente escolar.
E não parou por aí: Trad votou contra veto e garantiu apoio ao passe livre para mulheres vítimas de violência.
Não é discurso bonito — é ação concreta.
2025 foi o ano em que a palavra “transparência” voltou a fazer sentido na Câmara.
Marquinhos Trad:
- questionou aumento de cargos comissionados enquanto a saúde vivia caos,
- denunciou risco de perda da regulação do SUS,
- cobrou ação do Ministério Público Federal,
- desmontou operações suspeitas envolvendo o IMPCG,
- votou contra aumento da carga tributária na construção civil,
- apresentou emendas que protegeram o dinheiro do cidadão na LDO 2025.
E quando tentaram barrar projeto que ampliaria a transparência na folha de pagamento da Prefeitura, o recado foi direto: “Mesmo rejeitado, continuarei defendendo clareza nos gastos públicos.”
É justamente isso que diferencia quem serve ao povo de quem serve ao sistema.
Trad apoiou e propôs medidas que melhoram, de fato, a vida de quem precisa:
- exames de vista e óculos gratuitos para idosos e estudantes,
- repasse garantido para entidades sociais,
- fiscalização firme da distribuição de medicamentos,
- controle da regulação dos leitos do SUS.
É a política que aparece — mas aparece onde importa: na vida real das pessoas.
Um dos momentos mais simbólicos do ano foi a decisão judicial que acolheu ação de Marquinhos Trad e suspendeu multas de radares irregulares.
Um golpe direto contra a indústria da multa — aquela que adora “esquecer” critérios técnicos e adora lembrar apenas de arrecadar.
Poucos têm coragem de mexer nisso. Ele teve.
Da defesa de um novo modelo de mobilidade urbana — reduzindo trânsito e aumentando qualidade de vida — às homenagens a artesãos e mulheres que marcaram a história da cidade, Marquinhos Trad mostrou que política também é cuidado com identidade e com quem constrói Campo Grande de verdade.
O retorno de Marquinhos Trad transformou a Câmara num ambiente mais sério, mais técnico e menos confortável para quem gosta do “deixa como está”.
Seu trabalho foi marcado por:
- fiscalização dura,
- defesa do contribuinte,
- transparência total,
- coragem para enfrentar interesses,
- projetos modernos e eficientes,
- postura firme e trabalho diário.
Ele não foi para fazer número.
Foi para fazer diferença — e fez.
*Com Informações Assessoria de Imprensa.




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