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Campo Grande,09/03/2026

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Marquinhos Trad: O Retorno que Sacudiu a Câmara e Incomodou Quem Não Gosta de Fiscalização

Em 2025, o mandato de Marquinhos Trad sacudiu a política campo-grandense e incomodou quem não gosta de fiscalização séria


Marquinhos Trad: O Retorno que Sacudiu a Câmara e Incomodou Quem Não Gosta de Fiscalização vereador Marquinhos Trad / Assessoria de Imprensa do Vereador

2025 marcou o retorno estrondoso de Marquinhos Trad à Câmara Municipal de Campo Grande — e, para muita gente da velha política, foi um verdadeiro incômodo. Afinal, não é todo dia que volta ao plenário alguém que entende de gestão, conhece os atalhos da burocracia e não aceita que o dinheiro do contribuinte seja tratado como se tivesse dono.

Campo Grande esperava um vereador. Recebeu um fiscal permanente — e isso muda tudo.

Logo na Posse, o Recado: “Vou Acompanhar Cada Meta do Executivo”

Não houve floreio. Não houve frase feita. Marquinhos Trad voltou com recado direto: iria acompanhar de perto cada meta, cada promessa e cada centavo administrado pelo Executivo.

E não ficou só no discurso: fez exatamente isso, provocando incômodos, debates acalorados e situações constrangedoras para quem prefere governar sem ser observado.

Quatro Comissões: Onde ele entrou, a conversa mudou

Com sua bagagem administrativa, Trad assumiu quatro comissões estratégicas. E quando ele entra numa discussão, o clima muda:

  • perguntas difíceis surgem;
  • números são cobrados;
  • justificativas frágeis desaparecem.

Foi um ano de plenário menos confortável para quem gosta de projetos mal explicados.

Segurança Municipal: A vitória que reforça a autoridade

Em 2025, uma vitória nacional refletiu em Campo Grande: o STF reconheceu o papel ostensivo das Guardas Municipais. Marquinhos Trad celebrou — porque sempre defendeu autoridade, ordem e presença do Estado onde mais importa: na rua, protegendo o cidadão de bem.

O Projeto Escola Atenta colocou um holofote necessário na violência contra a mulher desde cedo, dentro do ambiente escolar.

E não parou por aí: Trad votou contra veto e garantiu apoio ao passe livre para mulheres vítimas de violência.

Não é discurso bonito — é ação concreta.

2025 foi o ano em que a palavra “transparência” voltou a fazer sentido na Câmara.

Marquinhos Trad:

  • questionou aumento de cargos comissionados enquanto a saúde vivia caos,
  • denunciou risco de perda da regulação do SUS,
  • cobrou ação do Ministério Público Federal,
  • desmontou operações suspeitas envolvendo o IMPCG,
  • votou contra aumento da carga tributária na construção civil,
  • apresentou emendas que protegeram o dinheiro do cidadão na LDO 2025.

E quando tentaram barrar projeto que ampliaria a transparência na folha de pagamento da Prefeitura, o recado foi direto: “Mesmo rejeitado, continuarei defendendo clareza nos gastos públicos.”

É justamente isso que diferencia quem serve ao povo de quem serve ao sistema.

Trad apoiou e propôs medidas que melhoram, de fato, a vida de quem precisa:

  • exames de vista e óculos gratuitos para idosos e estudantes,
  • repasse garantido para entidades sociais,
  • fiscalização firme da distribuição de medicamentos,
  • controle da regulação dos leitos do SUS.

É a política que aparece — mas aparece onde importa: na vida real das pessoas.

Um dos momentos mais simbólicos do ano foi a decisão judicial que acolheu ação de Marquinhos Trad e suspendeu multas de radares irregulares.

Um golpe direto contra a indústria da multa — aquela que adora “esquecer” critérios técnicos e adora lembrar apenas de arrecadar.

Poucos têm coragem de mexer nisso. Ele teve.

Da defesa de um novo modelo de mobilidade urbana — reduzindo trânsito e aumentando qualidade de vida — às homenagens a artesãos e mulheres que marcaram a história da cidade, Marquinhos Trad mostrou que política também é cuidado com identidade e com quem constrói Campo Grande de verdade.

O retorno de Marquinhos Trad transformou a Câmara num ambiente mais sério, mais técnico e menos confortável para quem gosta do “deixa como está”.

Seu trabalho foi marcado por:

  • fiscalização dura,
  • defesa do contribuinte,
  • transparência total,
  • coragem para enfrentar interesses,
  • projetos modernos e eficientes,
  • postura firme e trabalho diário.

Ele não foi para fazer número.

Foi para fazer diferença — e fez.

*Com Informações Assessoria de Imprensa.




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