PABLO MARÇAL TEM CANDIDATURA HOMOLOGADA PELO TSE E PODE CONCORRER À PRESIDÊNCIA.
Empresário e influenciador protocolou candidatura pelo PRTB para as eleições de 2026, mas enfrenta condenação eleitoral que pode impedir sua participação na disputa presidencial.
Foto: Reprodução BOMBA ELEITORAL: Pablo Marçal registra candidatura à Presidência, mas enfrenta batalha judicial para disputar 2026.
Pablo Marçal, empresário e influenciador digital, está entre os 13 candidatos que protocolaram pedido de registro à Presidência da República nas eleições de 2026. Pelo Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), Marçal formou chapa com Leonardo Avalanche, presidente nacional da legenda, como candidato a vice.
O registro foi apresentado nos minutos finais do prazo estipulado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após uma liminar autorizar provisoriamente e com efeitos retroativos sua refiliação ao partido. Apesar da inscrição, a situação jurídica do candidato permanece complicada.
Marçal foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) por irregularidades cometidas durante a campanha à Prefeitura de São Paulo em 2024, envolvendo uso indevido dos meios de comunicação e abuso de poder econômico. A condenação resultou em inelegibilidade por oito anos, até 2032. Diante disso, o Ministério Público Eleitoral pediu ao TSE que rejeite o registro, sob o argumento de que a restrição impede sua candidatura.
O TSE ainda não tomou uma decisão definitiva sobre o registro de Marçal. Enquanto o julgamento não ocorre, os ministros determinaram, por liminar, que o candidato fique temporariamente proibido de realizar campanha, participar de debates e aparecer no horário gratuito de rádio e televisão. A restrição permanecerá até que a Corte decida se a candidatura será homologada ou indeferida.
A candidatura ocorre em meio a 13 pedidos de registro para a disputa pelo Planalto, dos quais apenas parte já foi analisada pelo TSE. Marçal, que tentou disputar a Presidência em 2022 e concorreu à Prefeitura de São Paulo em 2024, busca novamente chegar ao cargo máximo do Executivo, agora sob o peso de uma condenação eleitoral e de restrições judiciais que colocam sua campanha em situação de incerteza.
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