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BOM DIA, BAHIA: GOVERNADOR PETISTA AUMENTA IMPOSTO SOBRE GASOLINA, DIESEL E GÁS DE COZINHA

A partir de fevereiro de 2027, a atualização do ICMS deverá aumentar a carga tributária sobre combustíveis e gás de cozinha comercializados na Bahia.


BOM DIA, BAHIA: GOVERNADOR PETISTA AUMENTA IMPOSTO SOBRE GASOLINA, DIESEL E GÁS DE COZINHA Foto: Divulgação

BAHIA TERÁ AUMENTO DO ICMS SOBRE GASOLINA, DIESEL E GÁS DE COZINHA A PARTIR DE FEVEREIRO DE 2027

Reajuste aprovado pelo Confaz elevará os valores dos tributos sobre combustíveis e gás de cozinha, ampliando a pressão sobre o orçamento dos consumidores baianos.

O governo de Jerônimo Rodrigues (PT) aprovou o aumento do ICMS que incidirá sobre gasolina, diesel e gás de cozinha a partir de 1º de fevereiro de 2027. A medida elevará a tributação de produtos essenciais e poderá ampliar os gastos de consumidores na Bahia.


A atualização, aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), prevê que o imposto sobre a gasolina passe de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro. No caso do diesel, o valor subirá de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro. Já o tributo sobre o gás de cozinha aumentará de R$ 1,47 para R$ 1,54 por quilo, o que representa R$ 0,91 a mais em impostos em um botijão de 13 quilos.

O reajuste ocorre em um cenário no qual famílias já enfrentam despesas elevadas com combustíveis, alimentação e outros itens básicos. A elevação dos tributos acrescenta pressão sobre o orçamento doméstico e reacende o debate sobre os efeitos da política tributária adotada pelo governo baiano.

Na prática, os consumidores poderão desembolsar mais para abastecer veículos, enquanto empresas que dependem do transporte de mercadorias também poderão enfrentar custos maiores. O aumento da tributação sobre o gás de cozinha, por sua vez, atinge diretamente um produto indispensável no cotidiano das famílias.


Com a mudança, o Estado deverá arrecadar mais por meio dos tributos incidentes sobre esses produtos. Para os consumidores, porém, o reajuste representa um novo fator de pressão sobre as despesas, especialmente para quem possui menor margem no orçamento para absorver possíveis aumentos de preços.

A elevação do ICMS coloca novamente em discussão o equilíbrio entre a arrecadação estadual e o impacto dos impostos sobre o custo de vida da população. Os efeitos finais sobre os preços dependerão de como o reajuste tributário será repassado ao longo da cadeia de distribuição e comercialização.

www.msagoraurgentenews.com.br




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