• Campo Grande, 17/06/2026
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Após fiasco do Master, Prefeitura aposta R$ 2,4 milhões em consultoria para investimentos do IMPCG

Prefeitura pegou carona em contrato de consórcio do Mato Grosso, mas empresas responsáveis pela consultoria não foram informadas


Após fiasco do Master, Prefeitura aposta R$ 2,4 milhões em consultoria para investimentos do IMPCG Tabosa assinou adesão à consórcio de previdência - Reprodução PMCG e CMCG

A Prefeitura de Campo Grande aderiu a uma ata de registro de preços vinculada a um consórcio voltado à gestão previdenciária de municípios de Mato Grosso. A medida ocorre pouco tempo após o município recuperar recursos aplicados no Banco Master, instituição que se envolveu em um escândalo financeiro de grande repercussão.

A adesão foi oficializada em termo publicado na edição extra do Diário Oficial do Município desta segunda-feira (15). Conforme o documento, Campo Grande utilizou a ata do Consórcio Público Intermunicipal de Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social dos Municípios Matogrossenses (CONSPREV).

Na prática, o IMPCG passa a integrar uma iniciativa formada por diversas cidades que contrataram serviços especializados nas áreas previdenciária, jurídica e contábil. O objetivo é fornecer suporte técnico para a operacionalização do chamado passivo previdenciário.

Segundo a publicação oficial, o valor da adesão é de R$ 2,4 milhões, e o termo foi assinado pelo presidente do IMPCG, o ex-vereador Marcos Tabosa, juntamente com um representante do consórcio.

O documento, contudo, não informa quais empresas, escritório de advocacia e prestadora de serviços contábeis foram contratados, tampouco esclarece o prazo de vigência da adesão.

Investimento no Banco Master segue sem esclarecimentos

Ainda permanecem questionamentos sobre a aplicação de R$ 1,2 milhão realizada pelo instituto no Banco Master. O investimento tinha como finalidade obter rendimentos financeiros, mas a instituição acabou envolvida em um escândalo que culminou em sua liquidação pelo Banco Central.

Também continuam sendo alvo de dúvidas as circunstâncias que levaram o IMPCG a aderir ao investimento em uma instituição que já enfrentava críticas relacionadas à segurança de determinadas aplicações e a operações consideradas suspeitas. O controlador do banco encontra-se preso, e a aplicação ocorreu durante a gestão da prefeita Adriane Lopes, mesmo diante de parecer contrário emitido no âmbito da própria instituição previdenciária de Campo Grande.


Fonte: www.topmidianews.com.br

Reprodução: www.msagoraurgentenews.com.br




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