Candidato a governador, Fábio Trad (PT) defende a reestruturação do esporte sul-mato-grossense
Trad propõe a adequação do Estado de MS, à lógica do Sistema Nacional de Esportes para facilitar o repasse de recursos federais fundo a fundo.
Fotos: Antônio Arguello Fábio Trad defende reestruturação do esporte e fortalecimento de políticas públicas em MS.
O candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul, Fábio Trad (PT), defendeu a reestruturação do esporte sul-mato-grossense e propôs a adequação do Estado à lógica do Sistema Nacional de Esporte, com o objetivo de facilitar o acesso a recursos federais por meio de repasses fundo a fundo.
Trad relembrou a época de destaque do futebol de Mato Grosso do Sul na década de 1970 e criticou a demora na conclusão das obras necessárias para a liberação do Estádio Morenão. Segundo o candidato, o incentivo ao esporte deve deixar de ser uma ação pontual e se transformar em uma política permanente de Estado.
Na avaliação de Trad, o investimento em atividades esportivas contribui diretamente para a prevenção de problemas de saúde pública e também ajuda a afastar crianças e jovens de situações de vulnerabilidade social.
O candidato também destacou a importância de ampliar a rede de apoio aos paratletas e defendeu a construção de parcerias com a iniciativa privada para fortalecer o futebol sul-mato-grossense. Como exemplo, citou o avanço registrado em estados vizinhos, como Mato Grosso.
As declarações foram dadas durante entrevista ao programa apresentado pelo jornalista Carlos Araújo, na Rádio Hora 92,3
Durante a entrevista, Trad também criticou a permanência do mesmo grupo político no comando do Estado e defendeu uma renovação na política sul-mato-grossense.
“Chega desse mesmo grupo. É uma panelinha que dominou o poder de Mato Grosso do Sul de forma truculenta desde 2015 e querem ficar até 2055 no poder. Isto é um absurdo. Nós temos que oxigenar, nós temos que renovar a política de Mato Grosso do Sul com ideias novas, conceitos novos, grupos novos de poder para que Mato Grosso do Sul cresça, mas cresça com distribuição de renda e justiça social”.
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