ISOLAMENTO DE LULA: GOVERNO ADMITE QUE REUNIÃO COM TRUMP NO G7 É IMPROVÁVEL
Planalto reconhece dificuldade para viabilizar encontro bilateral em meio a impasse comercial e novas tarifas dos Estados Unidos
Foto: White House O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará da cúpula do G7, que começa na próxima segunda-feira, na França, sem ter, até o momento, uma reunião bilateral confirmada com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A informação foi admitida pelo próprio governo brasileiro nesta quarta-feira, quando o ministro Márcio Elias Rosa afirmou que um encontro entre os dois líderes é considerado pouco provável.
De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, a delegação brasileira será reduzida, o que dificultaria a organização de uma agenda bilateral de alto nível durante o evento. A ausência de uma reunião ocorre em meio às discussões sobre as tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, que afetam diferentes setores da economia.
O governo brasileiro havia demonstrado interesse em aproveitar a participação no G7 para ampliar o diálogo com a administração norte-americana sobre questões comerciais. Com a falta de um encontro direto entre os presidentes, as tratativas devem permanecer concentradas em reuniões entre ministros, diplomatas e representantes dos dois países.
Nos bastidores, integrantes do governo reconhecem que uma conversa entre Lula e Trump poderia contribuir para fortalecer o canal de diálogo político entre Brasília e Washington. No entanto, até o momento, não há previsão de que esse encontro ocorra durante a cúpula.
A relação comercial entre Brasil e Estados Unidos continua sendo considerada estratégica para ambos os países, especialmente em um contexto de desafios econômicos e negociações envolvendo tarifas e acesso a mercados. A expectativa agora é que eventuais avanços ocorram por meio dos canais diplomáticos e técnicos já existentes.
Até o momento, não foram anunciadas medidas concretas relacionadas às tarifas durante a programação do G7, e o governo brasileiro segue acompanhando as discussões e buscando alternativas para defender os interesses econômicos do país.
Fonte: diario360.com.br
Reprodução: www.msagoraurgentenews.com.br





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